30 de setembro de 2019
Domingo da Palavra de Deus
8 de setembro de 2019
Seguir Jesus
seguia Jesus uma grande multidão.
Jesus voltou-Se e disse-lhes:
«Se alguém vem ter comigo,
sem Me preferir ao pai, à mãe,
à esposa, aos filhos, aos irmãos, às irmãs
e até à própria vida,
não pode ser meu discípulo.
Quem não toma a sua cruz para Me seguir,
não pode ser meu discípulo.
Quem de entre vós, que, desejando construir uma torre,
Não se senta primeiro a calcular a despesa,
para ver se tem com que terminá-la?
Não suceda que, depois de assentar os alicerces,
se mostre incapaz de a concluir
e todos os que olharem comecem a fazer troça, dizendo:
'Esse homem começou a edificar,
mas não foi capaz de concluir'.
E qual é o rei que parte para a guerra contra outro rei
e não se senta primeiro a considerar
se é capaz de se opor, com dez mil soldados,
àquele que vem contra com ele com vinte mil?
Aliás, enquanto o outro ainda está longe,
manda-lhe uma delegação a pedir as condições de paz.
Assim, quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens,
não pode ser meu discípulo».
16 de fevereiro de 2018
Tempo da Quaresma
AS LEITURAS BÍBLICAS DA QUARESMA.
- Missas dominicais.
- Missas feriais.
27 de novembro de 2016
Ano Liturgico
15 de fevereiro de 2016
Quaresma
16 de janeiro de 2016
Bodas de Caná
bodas de caná
11 de janeiro de 2016
Tempo Comum
Término: Véspera da Quarta-feira das Cinzas
Espiritualidade: Esperança e escuta da Palavra
Ensinamento: Anúncio do Reino de Deus
Cor: Verde
Início: Segunda-feira após o Pentecostes
Término: Véspera do 1º Domingo do Advento
Espiritualidade: Vivência do Reino de Deus
Ensinamento: Os Cristãos são o sinal do Reino
Cor: Verde
Ao todo são 34 semanas. É um período sem grandes acontecimentos. É um tempo que nos mostra que Deus se fez presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança e acolhimento da Palavra de Deus. É um tempo em que nos é dado a conhecer o Reino de Deus
27 de novembro de 2015
ANO LITÚRGICO e a sua formação
25 de novembro de 2015
Ano Litúrgico
Novo Ano Liturgico
21 de novembro de 2015
Cristo Rei
Cristo Rei foi uma das últimas celebrações instituída pelo Papa Pio XI, na época em que o mundo passava pelo pós-guerra de 1917, marcado pelo fascismo na Itália, pelo nazismo na Alemanha, pelo comunismo na Rússia, pelo marxismo-ateu, pela crise econômica, pelos governos ditatoriais que pairavam por toda a Europa, pela perseguição religiosa, pelo liberalismo e outros que levavam o mundo e o povo a afastar-se de Deus, da religião e da fé
O Papa Pio XI instituiu essa festa para que todas as coisas culminassem na plenitude em Cristo Senhor, simbolizado no que diz o Apocalipse: ”Eu sou o Alfa e o Ômega, Principio e Fim de todas as coisas.” (Ap1, 8) Ressalta a restauração e a reparação universal realizada em Cristo Jesus, Senhor da vida e da história.
Com esta solenidade termina o Ano Litúrgico e para nós cristãos faz-nos refletir em torno da vida de Jesus que significa a salvação, porque só Ele é o Rei, só Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.
5 de abril de 2010
Oitava da Páscoa

Passado o tempo da Quaresma, no qual nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela vida nova que o Senhor nos dá, tendo pago um alto preço: a sua entrega e morte na cruz.
A cor litúrgica deste tempo é branca, símbolo da pureza e da alegria. A presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, LUZ que vai à frente e nos ilumina.
Nesta semana, em particular, estamos a celebrar A OITAVA DA PÁSCOA. Como o mistério da "passagem" do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objectivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS.
Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até à Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos dos Actos dos Apóstolos e do Evangelho de S. João. São textos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e convidam-nos a fazer da nossa vida uma contínua Páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.
Que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine para que sejamos LUZ para o mundo!
3 de abril de 2010
Noite da Vigília Pascal

1 de abril de 2010
Missa Crismal de Quinta-Feira Santa

13 de março de 2010
Domingo da Alegria
O IV Domingo da Quaresma é conhecido por Domingo Laetare (da alegria). A Igreja quer recordar-nos assim que a alegria é perfeitamente compatível com a mortificação e a dor. O que se opõe à alegria é a tristeza, não a penitência
Na liturgia deste domingo, o sentimento que predomina na Liturgia da Palavra é a Alegria. Realmente reconhecer no nosso Deus a sua infinita paciência, amabilidade, ternura, carinho, incentiva-nos a elevar a fasquia do nosso viver cristãmente; a não vivermos a nossa relação com Deus como se tratasse de um assunto de marketing, mas procurando viver na consciência da abertura do coração de Deus que nos quer inundar da sua paz, do seu perdão, da sua tranquilidade, do seu amor, da sua saúde, para que a nossa vida, apesar das infidelidades e contrariedades, ser uma verdadeira festa, não só para nós mas também para os outros.
25 de fevereiro de 2010
Quaresma - Quarenta dias

40 dias
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egipto.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.
A prática da Quaresma data desde o século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.
No ano A, predomina o tema do Baptismo, com suas exigências na sequência dos Evangelhos; no ano B, o tema de Cristo glorificado por sua morte e ressurreição, fonte da restauração da dignidade humana; e no ano C, os fiéis são convidados a penitência ou conversão, condições para a nova aliança em Cristo Jesus, selada no Baptismo e a ser renovada na Páscoa.
24 de fevereiro de 2010
Quaresma

24 de janeiro de 2008
Dar testemunho de Jesus Cristo

Em primeiro lugar, importa termos consciência de que Deus tem um projecto de salvação para o mundo e para os homens. A história humana não é, portanto, uma história de fracasso, de caminhada sem sentido para um beco sem saída; mas é uma história onde é preciso ver Deus conduzindo o homem pela mão e apontando-lhe, em cada curva do caminho, a realidade feliz do novo céu e da nova terra. É verdade que, em certos momentos da história, parecem erguer muros intransponíveis que nos impedem de contemplar com esperança os horizontes finais da caminhada humana; mas a consciência da presença salvadora e amorosa de Deus na história deve animar-nos, dar-nos confiança e acender nos nossos olhos e no nosso coração a certeza da vida plena e da vitória final de Deus.
Jesus não foi mais um “homem bom”, que pintou a história com o sonho ingénuo de um mundo melhor e desapareceu do nosso horizonte , mas Jesus é o Deus que Se fez homem, que assumiu a nossa humanidade, que trouxe até nós uma proposta objectiva e válida de salvação e que hoje continua presente e activo na nossa caminhada, concretizando o plano libertador do Pai e oferecendo-nos a vida plena e definitiva. Ele é, agora e sempre, a verdadeira fonte da vida e da liberdade.
O Pai investiu Jesus de uma missão: eliminar o pecado do mundo. No entanto, o “pecado” continua a marcar o nosso horizonte diário, traduzido em guerras, vinganças, terrorismo, exploração, egoísmo, corrupção, injustiça…
Jesus falhou? É o nosso testemunho que está falhando? Deus propõe ao homem o seu projecto de salvação, mas não impõe nada e respeita absolutamente a liberdade das nossas opções. Ora, muitas vezes, os homens pretendem descobrir a felicidade em caminhos onde ela não está. De resto, é preciso termos consciência de que a nossa humanidade implica um quadro de fragilidade e de limitação e que, portanto, o pecado vai fazer sempre parte da nossa experiência histórica. A libertação plena e definitiva do “pecado” acontecerá só nesse novo céu e nova terra que nos espera para além da nossa caminhada terrena.
Isso não significa, no entanto, pactuar com o pecado, ou assumir uma atitude passiva diante do pecado. A nossa missão – seguindo a de Jesus – consiste em lutar objectivamente contra “o pecado” instalado no coração de cada um de nós e instalado em cada degrau da nossa vida colectiva. A missão dos seguidores de Jesus consiste em anunciar a vida plena e em lutar contra tudo aquilo que impede a sua concretização na história.
(Adapt. texto © SIR – Serviço de Notícias)
21 de janeiro de 2008
Tempo Comum

O tempo chamado “comum” (durante o ano ou “per annum”) não tem nome nem características próprias, não celebra um aspecto particular do mistério de Cristo, mas esse mesmo mistério de Jesus Cristo na sua globalidade, especialmente nos domingos.
Compreende as semanas entre o Baptismo de Jesus até à Quaresma, do Pentecostes até ao Advento: um total de 33 ou 34 semanas.
Um tempo, portanto, não feito precisamente de semanas, também se as semanas se repetem, mas muito mais assinalado por domingos que marcam as semanas.
Todo domingo é indicado com um número progressivo e possui formulários próprios, não transferíveis a outros domingos, quando for substituído por outra solenidade. “O domingo aparece, portanto”, como ensina a Constituição litúrgica SC 106, “festa primordial, fundamento e núcleo de todo a ano litúrgico”.
“A Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina dia do Senhor ou domingo. Neste dia devem os fiéis reunir-se para participarem na Eucaristia e ouvirem a palavra de Deus, e assim recordarem a Paixão, Ressurreição e glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os regenerou para uma esperança viva pela Ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos.” (SC106)
Reunir-se em assembleia para ouvir a palavra de Deus e participar da acção de graças, fazendo memória da morte e da ressurreição de Cristo e da nossa regeneração baptismal: eis o sentido do domingo que caracteriza o tempo comum. Um tempo nada pobre em relação aos outros que focalizam um aspecto particular, tempo rico do mistério pascal de Cristo, lembrado e vivido junto com a comunidade dos crentes nEle.
O tempo comum começa com a segunda-feira após a festa do Baptismo do Senhor (primeiro domingo após a Epifania) e vai prolongando-se até à Quarta-feira de Cinzas: interrompe-se com a Quaresma, para depois recomeçar após o Pentecostes.
Com o terceiro domingo inicia a leitura quase contínua dos Evangelhos (no ano A, o Evangelho de Mateus): esta leitura segue o desenrolar da vida e do ensino do Senhor Jesus. Assim consegue-se uma certa harmonia entre cada Evangelho e o desenvolvimento do ano litúrgico. As leituras do Antigo Testamento são escolhidas em relação aos textos evangélicos, também para demonstrar a unidade entre os dois Testamentos: a relação entre as duas leituras é indicada pelos títulos colocados antes de toda leitura.
Para a segunda-leitura é apresentada a leitura quase contínua da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, distribuída no ciclo trienal.
“EIS O CORDEIRO DE DEUS”
Textos: 1ª Leitura – Isaías 49, 3.5-6
Salmo responsorial – 39(40)
2ª Leitura – 1 Coríntios 1, 1-3
Evangelho – João 1, 29-34
João aponta o caminho para seguir Cristo.
Nós, porém, escolhemos neste “catecismo” joanino dois símbolos que brilham no texto evangélico que hoje lemos. O primeiro é aquele, tão amado pela arte cristã e pela piedade popular: o cordeiro. Precisamos, porém, por um instante, de nos libertar das nossas representações que associam o cordeiro só à mansidão, à imagem da vítima. Na linguagem da Bíblia as referências são mais complexas e carregadas de significado.
O primeiro símbolo é fácil e nos leva até aquela noite egípcia quando Israel em marcha para a liberdade celebrara a Páscoa do cordeiro. Aquele animal, cujos ossos não deviam ser quebrados, tornava-se o sinal de um dom grandioso, o da liberdade política e espiritual, exterior e interior. Exactamente por isso, para o evangelista João, Jesus foi condenado à morte ao meio dia da vigília da Páscoa (19, 14), exactamente na hora em que os sacerdotes iniciavam a sacrificar os cordeiros no Templo para a festa da Páscoa. E é também por isso que João nos apresenta o Cristo atingido pela lança no peito e com os ossos não quebrados como cordeiro da Páscoa perfeita, a quem “nenhum osso foi quebrado” (19, 36).
Mas existe outro elemento bíblico, desta vez mais delicado e mais messiânico. No famoso quarto canto do Servo de Javé, esta figura misteriosa do Servo é apresentada enquanto é levada para a paixão e a morte: sobre ele são carregados os pecados dos homens, seus irmãos. Eis que ele vai caminhando para seu destino com serena aceitação: “Era como cordeiro levado ao matadouro, como ovelha muda, diante de seus tosquiadores” (Is 53, 7). Com toda probabilidade – se for verdadeira uma interessante hipótese levantada por alguns estudiosos – o João Baptista, falando em aramaico, teria utilizado a palavra talya, que significa ao mesmo tempo “cordeiro” e “servo” de Deus. Cristo é, portanto, aquele que se oferece livremente a si mesmo, para tirar do mundo o pecado e levar a Deus todos os seus irmãos na carne.
Apresenta-se, assim, um terceiro elemento, aquele do cordeiro presente também no Apocalipse: no judaísmo do tempo, de facto, imaginava-se que no final da história um cordeiro vitorioso teria destruído as potências do mal, do pecado e da injustiça. O Cristo é por excelência aquele que liberta de toda escravidão, é aquele que perdoa.
Um segundo símbolo, a pomba. Para os evangelistas ela é o símbolo do Espírito Santo. Mas existe outro aspecto que os evangelistas querem lembrar: a pomba é no profeta Oséia, no Salmo 63 e no Cântico dos Cânticos o brasão de Israel. Nesta perspectiva, podemos afirmar que ao redor de Cristo, mergulhado nas águas do Jordão, reúne-se também o Israel de Deus, isto é, a comunidade dos crentes que dele recebem o Espírito de Deus. O cordeiro do perdão dos pecados e a pomba da Igreja se encontram em Jesus Cristo.
19 de janeiro de 2008
II Domingo do Tempo Comum

O baptismo de Jesus foi o início da sua vida pública. Agora, nos domingos do Tempo Comum, vamos reflectir todos os ensinamentos do Senhor, na sua vida dentro daquele contexto do qual ele fez parte.
O evangelho deste 2º Domingo Comum convida-nos a uma meditação e a uma acção a partir do texto de São João. É uma forte proposta de vida para iniciarmos este tempo litúrgico. Embora neste ano o evangelho mais usado será o de Mateus, neste domingo o evangelista João ajuda-nos interpretar o que ouvimos no domingo passado, da festa do Baptismo, narrada por Mateus.
Para João (evangelista), João Baptista veio para ser uma grande testemunha, ou seja, ele veio para tornar conhecido o “Cordeiro de Deus” para todo o povo. Esta expressão já nos faz pensar na primeira leitura, do livro do profeta Isaías, chamada 2º Canto do Servo de Deus. Esse profeta, chamado Segundo Isaías, mostra bem que esse Servo, desde o ventre materno, foi chamado para reerguer Israel e fazer desse povo uma luz diante de outros povos. Ora, esse Servo já era, sem dúvida, uma figura antecipada de Jesus, o “Filho amado”, como foi chamado no momento do seu baptismo.
Com certeza, percebemos que as expressões “Servo” e “Cordeiro” tem muito a ver uma com a outra. Como um cordeiro, o Servo dá totalmente a sua vida em favor dos irmãos, sem abrir a boca. Não é difícil vermos aqui o Cordeiro Pascal que veio para tirar o pecado do mundo, e, depois da sua ressurreição, envia o Espírito Santo para que os discípulos continuem essa missão.
(adap Pe. Luiz Gonzaga Féchio)








